Há um padrão que se repete.
- Ana Read

- 24 de mar.
- 1 min de leitura
Atualizado: 25 de mar.

Ao longo do meu percurso tenho acompanhado diferentes grupos de formação. E há um padrão que se repete.
Pessoas diferentes. Percursos diferentes. Áreas completamente distintas. Algumas muito racionais, outras mais intuitivas. Algumas já ligadas à natureza, outras nem por isso.
E há algo curioso que acontece quando profissionais saem do seu contexto habitual e entram neste tipo de experiência:
Certos momentos começam a repetir-se.
16 coisas que começo a observar
Chegam sozinhos, as apresentações são tímidas no início.
A respiração e a postura começam a mudar.
Momentos de resistência que se vão diluindo.
Insights que surgem onde não estavam à espera.
Mais vontade de observar.
Descobrem que não precisam de tantas “ferramentas” como pensavam.
Começam a confiar mais no que é simples e que já lá estava.
Algo muda sem grande explicação.
Pequenas conversas que ficam.
Os abraços são demorados no final.
Voltam ao trabalho com outra perspectiva.
Percebem que o caminho não acaba aqui — é só o início.
Começam a trocar livros e sinergias.
As ideias continuam a circular.
Novos projetos que se iniciam.
Há parcerias novas a nascer.
Às vezes não é preciso ter certezas. Nem respostas fechadas.
Basta um pequeno desvio do habitual. Um novo contexto para observar o que emerge quando se ganha perspetiva.
Entre ficar no mesmo registo ou arriscar um passo diferente,
há sempre algo que se revela — também no caminho profissional.
As inscrições estão abertas e as vagas para a edição de Lisboa estão a terminar. Vens?





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